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A VIDA É DINÂMICA E RESULTADO DAS NOSSAS ESCOLHAS

A VIDA É DINÂMICA E RESULTADO DAS NOSSAS ESCOLHAS

O erro da maioria das religiões foi jogar ou sugestionar que o melhor da vida estaria depois da morte terrena. Esta colocação enfraqueceu com o passar dos tempos a vitalidade das pessoas de, já aqui na Terra, lutarem por uma qualidade de vida íntima melhor.

Este conceito errado só gerou indolência fazendo com que as pessoas esquecessem que já estamos e fazemos parte, já aqui, do mundo criado pelo mesmo Criador que implantou as leis, que são as mesmas, tanto do lado de cá assim como as do lado lá; as “do aqui e agora”, assim como as do depois da nossa ida.

E que ambas são interligadas e que uma é resultado da outra tanto na justiça como no amor e que as desgraças ou as mazelas humanas, quer sejam individuais ou coletivas, foram criadas pelas escolhas erradas da humanidade, assim como das pessoas isoladamente.

Como é que pudemos chegar ao conceito ou esperar uma diferença entre o aqui e o “lá” se o mundo de Deus é perfeito e uno, e não permite a mínima injustiça ou descontinuidade?

O que passamos hoje, quer sejam coisas boas ou não, foi gerado por nós em outras épocas, assim como o que vamos encontrar do lado de lá tem a mesma origem, ou seja, aquilo que plantamos aqui, enquanto estamos com o nosso atual corpo terreno ou de outros períodos anteriores.

Se a vida em nosso planeta ficou algo tão difícil de ser vivida é somente por responsabilidade nossa incluindo aí os conceitos religiosos errados e por nós aceitos.

Nós não vamos entrar em um mundo “anímico” diferente do que este que já vivenciamos aqui. Só porque perdemos o corpo terreno, que é apenas um invólucro, não vamos ter melhorado um milímetro do que já somos. A única coisa que vamos saber a mais dos que aqui ficam é que a vida não terminou.

O que plantamos ou “sentimos”, aqui interiormente, na nossa alma vai ser o que vamos encontrar lá tanto do bom, como do mal.

Iremos para o ambiente onde predominará os sentimentos que mais forte demos guarida aqui, em nosso interior, e por isto não há injustiças, pois quem vibra na inveja vai conviver com os que vivem na inveja; os que vivem em revolta vão conviver com os seus de igual espécie. Os suicidas com os seus idênticos. Os assassinos com assassinos, assim como aqueles que dão guarida a bons sentimentos nas suas almas irão conviver com os seus iguais no lado de lá.

Lá, como predomina a Lei da igual espécie ou a lei da gravidade espiritual, ninguém vai poder reclamar do lugar para onde foi encaminhado, pois ele mesmo foi um dos que ajudou a criar este plano onde agora se encontra.

Então não existe isso de “vida melhor depois da morte” se aqui na Terra não foi isto que alguém ansiou ou ajudou a criar, não no sentindo material, que isto é provisório, mas no sentido emocional e afetivo . Não podemos esquecer que lá não existe a influência de poder ou o dinheiro como aqui e, sim, pura e simplesmente, aquilo que predominou dentro do nosso íntimo.

Os sentimentos que deixamos ter acolhida predominante dentro de nós vão continuar existindo, e é isso que trás a nossa felicidade ou infelicidade, tanto aqui como no lado de lá.

Não esperemos nada diferente, pois vamos ser os mesmos, só que sem esta casca grossa que aqui fica e que em um ano é só uma ossada, assim como acontece com as borboletas ou cigarras.
Vamos ter a nossa existência lá no meio de iguais que sentem e vibram na nossa igual espécie.

Os invejosos vão viver no meio de invejosos; os revoltosos nos meio dos revoltados, os que só ficam reclamando da vida no meio destes da sua igual espécie, os criminosos no meio dos criminosos, assim como os de boa índole no meio dos seus iguais.

É assim que se dá o “Semeia e colherás” que Jesus tentou nos passar.
Esta é a justiça inquebrantável e incorruptível implantada em nosso mundo.

Cada um vai viver entre os da sua igual espécie, por isto não vão poder continuar a fazer injustiças a quem não merece como aqui na Terra onde as diversas índoles são misturadas, pois lá eles vão se digladiar entre si e sofrer reciprocamente o que também fazem para os outros. Só isto poderá trazer algum progresso através do cansaço e desesperos destas vivências torturantes. Aqui na Terra só ocorre uma oportunidade para podermos comparar todas as espécies e fazermos as nossas escolha.

Isto é justiça.

Como é que alguém que só vibra interiormente em reclamação ou na inveja ou na raiva pode esperar algo diferente?

Como é que alguém vibrando aqui no verdadeiro amor e bondade poderia continuar misturado com pessoas que vibram diferentes e no mal no lado de lá ou com os que não vibram tão bem neste amor?
Lá predomina a lei da igual espécie ou a lei da gravidade espiritual que leva cada um ao ambiente do qual também foi construtor. Por isto não adianta esperar um mundo bom se aqui não fizemos nada para que isto se implantasse do lado de lá. Só querer não adianta.

As leis são perfeitas e atuam automaticamente.(vide Na Luz da Verdade de Abdruschin)

Como é que alguém que não suporta a sua vida aqui pode achar que vai encontrar algo melhor do lado de lá. O mundo é o mesmo e regido pelas mesmas leis, por isto é imprescindível , já aqui, procurarmos ir superando as nossas mazelas, nossos vícios ou as limitações que possamos ter para construímos um mundo melhor .

“Colhemos aquilo que semeamos” então esta colheita só pode estar do lado de lá, pois aqui, comprovadamente, ela nem sempre acontece, mas do lado de lá isto é impossível de acontecer.

Cada um vai ter a sua paga de acordo com aquilo que desejou e pôs suas energias aqui na Terra

Um exemplo: Uma pena de morte é castigo para alguém?

Como é castigo se a única diferença entre nós e ela é que ela sabe o dia em que vai morrer, ao contrário de nós.

Quantos condenados à morte, saudáveis na sua saúde, como acontece em alguns dos estados americanos, ficam aguardando o momento da execução por decênios enquanto muito dos jurados ou juízes que participaram daquele julgamento já morrerão bem antes e sobre os maiores sofrimentos causados por alguma doença?

Deve ser muito ruim sabermos o momento da nossa morte, pois é sempre bom vivermos com esta sensação de eternidade dentro de nós, com esta incerteza, mas ela vai acontecer e tem muitas pessoas que vivem procurando de todas as formas afastarem de si este pensamento.

Vamos morrer para esta Terra, mas vamos continuar existindo em outra dimensão dentro do mundo criado pelo mesmo Criador. A existência não é descontinua. Só a vida na Terra.

Então como esperar um mundo diferente do lado de lá que é onde foi plantada a sementeira?

Morrer fisicamente não é nenhum castigo para aquele a quem isto foi decretado, pois a vida continua do lado de lá com os da sua igual espécie. O que acontece é que a sociedade se livrou daquele considerado meliante antes do tempo previsto para ele.

Para cada condenado quantos que cometem os mesmos crimes e não são descobertos e continuam a sua vida impunemente até o final?

E ai. Onde estaria o ato justo, a justiça?

Hitler se matou, mas e daí? O simples fato de ele ter se matado foi alguma expiação das atrocidades que ele cometeu? Não. Absolutamente. Não estou querendo julgar, só pegando um exemplo.
você já analisou que quando ele se matou ele não estava se punindo, mas sim escapando da humilhação de ser punido por outros que ele considerava inimigos e de raças inferiores?

O suicídio para ele foi uma escapada providencial e não um castigo.
A sua morte não foi a sua punição. A sua punição está em outro lugar, mas onde?

No inferno? Mas que inferno seria este? Pela quantidade de pessoas que ele matou ou fez sofrer teria que ser um inferno diferenciado, pois senão não seria justo, pois ninguém matou tanto ou fez sofrer tanto como ele e alguns outros como Stalim, Mao etc.

O inferno deles teria que ser diferente daqueles que só mataram poucas dezenas de pessoas e por motivos diversos, você não acha?

Então não existe este negócio de inferno já pré estabelecido e sim um mundo construído por nós mesmos do lado de lá e para onde iremos quando daqui partimos

Se este mundo criado por cada um virou um inferno ou ainda pior, isto só diz respeito àquele idealizador que o construiu, pois ele aqui neste planeta é responsável pelos seus atos, e a colheita do lado de lá não poderá ser diferente.

Tudo é perfeito. O homem é que criou as suas imperfeições.

O mundo tem que ser assim senão não haveria justiça nem lógica na vida humana.

A morte normalmente é simples, um piscar de olhos.
Uma bala perdida chegando aqui, onde estou escrevendo, e puft, o computador continuaria ligado sem ninguém mais teclando.
Os que gostavam de mim vão chorar, vão sofrer, mas eu não senti nada. Não deu tempo nem de sentir completamente a agulhada, que é a sensação que as pessoas que levaram um tiro dizem que sentem.

A justiça não está aqui neste mundo, não se engane, mas então onde está?

Ora só pode estar do lado de lá.

Hitler fugiu daqui, mas do lado de lá não teve como escapar, pois ele vai para o mundo por ele mesmo criado e com certeza encontrar aqueles que ele trucidou, mas igualmente nós, todos os dias e horas, estamos também criando a nossa vida futura.

Isto é a justiça do “Semeia e colherás” pregado a tanto tempo, mas que o Ser humano nunca se deu conta, pois passou a considerar a ‘Vida” só este pequeno tempo que aqui conviveu esquecendo-se que, como espírito humano é eterno.

Não há morte para o que é eterno. Só felicidade perene ou sofrimento perene de acordo com aquilo que alimentou, não daquilo que fala da boca para fora, ou “para inglês ver”, mas sim daquilo que tem como sentimento ou tendências dentro de si.

O mundinho mesquinho ou bom que criamos aqui é o mundo mesquinho ou bom que iremos encontrar do lado de lá é de nossa absoluta responsabilidade.

Nossos sentimentos, nossos pensamentos e nossos atos vão criando um mundo melhor já aqui e principalmente no mundo invisível ao nosso redor e que cedo ou tarde vamos encontrar.

O negócio é começarmos, sem detença, a busca de esclarecimentos destas leis para colhermos uma vida e um futuro melhor, tanto aqui como no lado de lá.

Em qualquer situação da sua vida procure se lembrar:
'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
 
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