Sátira. PDF Imprimir
Escrito por Adriana Lima   
Dom, 07 de Fevereiro de 2010 11:53

A virtude pensou se enganar quando em frente às aparências se distanciou das facetas, caretas, teias...

Nela eu via infinito distinto e vazio. E firme ouço o rugir que espalha, desvalha, permeia e repousa...

Que silencio diante  a calmaria, alma gentil e saudosa.

Agora, deleitasse e morra para não mais enganar a piedade.

 

Comentários (1)add comment

Adelmo L. Nunes said:

Adelmo L. Nunes
...
É exatamente isso!!!
Abraço!!!!
 
fevereiro 10, 2010
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